História e Objectivos

A CELPA é a Associação da Indústria Papeleira e resultou da fusão, efectuada em 1993, entre a ACEL (Associação das Empresas Produtoras de Pasta de Celulose) e a FAPEL (Associação Portuguesa de Fabricantes de Papel e cartão).

 

As empresas associadas da CELPA – Associação da Indústria Papeleira são responsáveis por 100% da produção nacional de pastas para papel de fibra virgem e cerca de 80% da produção nacional de papéis. Transformam cerca 7 milhões de m3 de madeira de eucalipto e gerem cerca de 208.000 hectares, na sua esmagadora maioria, com a gestão florestal certificada (FSC e PEFC).

A CELPA é uma associação sem fins lucrativos que tem como finalidade assegurar junto de entidades e organismos, nacionais e internacionais, públicos e privados, a representação dos interesses colectivos da actividade industrial da pasta, papel e cartão e suas actividades afins. A CELPA também tem como objectivos:

  • Estimular a investigação científica técnica e tecnológica, bem como a elaboração de estudos económicos, financeiros ou outros atinentes à actividade representada;
  • Cooperar com os organismos públicos, com as associações representativas da produção, corte e industrialização do produto florestal e com outras entidades interessadas, tendo em vista a preservação e o desenvolvimento da floresta nacional enquanto recurso sustentável;
  • Desenvolver e incentivar o relacionamento com as associações estrangeiras, congéneres e com os organismos internacionais relevantes para o desenvolvimento do sector representado;
  • Incrementar a formação profissional, técnica e tecnológica, designadamente através da criação de centros privativos;
  • Promover e executar quaisquer outras acções ou iniciativas em defesa do sector representado.

Consequentemente, o estabelecimento de canais próprios de intervenção ao nível institucional, o desenvolvimento da agenda política e a evolução natural das empresas associadas são elementos determinantes para o desempenho da CELPA.
Desta forma, a CELPA, a par das actividades de rotina, de afirmação do sector, de representação da indústria e da execução de projectos concretos, mantem a flexibilidade necessária para poder responder a novas solicitações ou temas emergentes que, em resultado de decisões dos seus órgão directivos e/ou da evolução da agenda nacional ou internacional, obriguem a um posicionamento colectivo da indústria.Captura de ecrã 2015-09-15, às 14.44.15